ENTROPIDINÂMICA QUÂNTICA GRACELI.
POSTULADOS.
1] SISTEMAS ENTRÓPICOS QUANDO INSERIDOS UNS DENTRO DE OUTROS, TENDEM A VARIAR E EQUALIZAR EM INTENSIDADE CONFORME OS TIPOS, ENERGIAS, TEMPERATURAS , ESTADOS FÍSICOS, E POTENCIAIS, E ELETROMAGNETISMO DE CADA UM.. E CONFORME O OPERADOS DE GRACELI [*]
2] FORMANDO ASSIM, ESTADOS ENTRÓPICOS. OU ESTADOS ENTROPIDINÂMICOS E OU QUÂNTICOS.
3] FORMANDO ASSIM, TENSORES ENTRÓPICOS.
ALGUMAS EQUAÇÕES.
ENTROPIA QUÂNTICA GENERALIZADA DE ANCELMO L. GRACELI.
ENTROPIDINÂMICA QUÂNTICA GRACELI.
POSTULADOS.
1] SISTEMAS ENTRÓPICOS QUANDO INSERIDOS UNS DENTRO DE OUTROS, TENDEM A VARIAR E EQUALIZAR EM INTENSIDADE CONFORME OS TIPOS, ENERGIAS, TEMPERATURAS , ESTADOS FÍSICOS, E POTENCIAIS, E ELETROMAGNETISMO DE CADA UM.. E CONFORME O OPERADOS DE GRACELI [*]
2] FORMANDO ASSIM, ESTADOS ENTRÓPICOS. OU ESTADOS ENTROPIDINÂMICOS E OU QUÂNTICOS.
3] FORMANDO ASSIM, TENSORES ENTRÓPICOS.
ALGUMAS EQUAÇÕES.
ENTROPIA QUÂNTICA GENERALIZADA DE ANCELMO L. GRACELI.
= ENERGIA OSCILATÓRIA.
DEPENDE DA INTENSIDADE DA ENTROPIA
= ENERGIA OSCILATÓRIA.
DEPENDE DA INTENSIDADE DA ENTROPIA
O fenômeno da desintegração espontânea do núcleo de um átomo com a emissão de algumas radiações é chamado de radioatividade. A radioatividade transforma núcleos instáveis fazendo surgir as radiações α, β e γ.
A lei fundamental do decaimento radioativo afirma que a taxa de decaimento é proporcional ao número de núcleos que ainda não decaíram:
Esta é a equação da lei básica para a radioatividade.
A medida da intensidade da radioatividade é feita em duas unidades que são:
- Curie: Definido como a quantidade de material radioativo que
dá desintegrações por segundo
Quantização da radioatividade
O decaimento radioativo é um processo que envolve conceitos de probabilidade. Partículas dentro de um átomo têm certas probabilidades de decair por unidade de tempo de uma maneira espontânea. A probabilidade de decaimento é independente da vida previa da partícula. Por exemplo se N(t) é considerado o número de partículas como função do tempo, então, temos a taxa de decaimento sendo proporcional a N.[4]
Formulando matematicamente temos:
A constante de proporcionalidade tem dimensão inversamente proporcional ao tempo.
= ENERGIA OSCILATÓRIA.
DEPENDE DA INTENSIDADE DA ENTROPIA
= ENERGIA OSCILATÓRIA.
DEPENDE DA INTENSIDADE DA ENTROPIA
Uma analogia comumente utilizada para explicar o fenômeno do tunelamento quântico consiste em se imaginar uma colina e um trenó subindo em direção ao seu cume. À medida que o trenó vai subindo a colina, parte de sua energia cinética transforma-se em energia potencial gravitacional U. Quando o cume da colina é atingido, o trenó tem energia potencial Ub. Se a energia mecânica inicial E do trenó for maior que Ub, o trenó poderá chegar até o outro lado da colina. Contudo, se E for menor que Ub, a física clássica garante que não existe a possibilidade de o trenó ser encontrado do outro lado da colina. Na mecânica quântica, porém, existe uma probabilidade finita de que esse trenó apareça do outro lado, movendo-se para a direita com energia E, como se nada tivesse acontecido. Dizemos que a colina se comporta como uma barreira de energia potencial, exemplificando de maneira simplista o efeito Túnel.[9]
Considerando um elétron e a densidade de probabilidade da onda de matéria associada a ele, pode-se considerar três regiões: antes da barreira potencial (região I), a região de largura L da barreira (região II) e uma região posterior à barreira (região III). A abordagem da mecânica quântica é baseada na equação de Schrödinger, a qual tem solução para todas as três regiões. Nas regiões I e III, a solução é uma equação senoidal, enquanto na segunda a solução é uma função exponencial. Nenhuma das probabilidades é zero, embora na região III a probabilidade seja bem baixa.[5]
O coeficiente de transmissão (T) de uma determinada barreira é definido como uma fração dos elétrons que conseguem atravessá-la. Assim, por exemplo, se T= 0,020, isso significa que para cada 1000 elétrons que colidem com a barreira, 20 elétrons (em média) a atravessam e 980 são refletidos.
,
Por causa da forma exponencial da equação acima, o valor de T é muito sensível às três variáveis de que depende: a massa m da partícula, a largura L da barreira e a diferença de energia (Ub – E) entre a energia máxima da barreira e a energia da partícula. Constatamos também pelas equações que T nunca pode ser zero
= ENERGIA OSCILATÓRIA.
DEPENDE DA INTENSIDADE DA ENTROPIA
Analisando o efeito fotoelétrico quantitativamente usando o método de Einstein, as seguintes equações equivalentes são usadas:
Energia do fóton = Energia necessária para remover um elétron + Energia cinética do elétron emitido
Algebricamente:
Onde:
- h é a constante de Planck,
- f é a frequência do foton incidente,
- é a função trabalho, ou energia mínima exigida para remover um elétron de sua ligação atômica,
- é a energia cinética máxima dos elétrons expelidos,
- f0 é a frequência mínima para o efeito fotoelétrico ocorrer,
- m é a massa de repouso do elétron expelido, e
- vm é a velocidade dos elétrons expelidos.
= ENERGIA OSCILATÓRIA.
DEPENDE DA INTENSIDADE DA ENTROPIA
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